Conto: visita no meio da tarde
"O que aconteceu comigo foi algo surpreendente. Havia tempo que me correspondia com uma menina de outra cidade. Ela, menina cândida e sincera, insistente e conformada, vivia dizendo que a qualquer hora apareceria em casa. Ainda assim, não acreditei quando a campainha tocou. No portão, ela. Abrindo a porta, vi seu largo sorriso que, prontamente, foi correspondido. Ali, frente a frente, fiquei um pouco constrangida. Por mais que falasse as sacanagens mais excitantes pelo MSN, tê-la na minha frente foi como que um sonho. Sempre sonhava, mas não sabia o que fazer. Por isso, foi fundamental sua ação. Com um beijo no canto da boca, entramos na esperança de que ficaríamos sozinhas por toda a tarde. Só depois vim saber que ela já havia conversado com minha tia e que havia pedido inclusive para dormir em casa. Entrando, recebi um delicioso abraço por trás. Sem ação, deixei-me dominar. Como fera que submete sua presa, fiquei parada aceitando seu carinho. Suas mãos correndo por minha barriga, procuravam onde o carinho surtisse mais efeito... Logo sua mão alisava-me por cima da bermudinha. Ali, bolinada, deixei-me dominar, como já disse, ao ponto de me contorcer na ponta de seus dedos. Sua mão, alisando meu sexo. Sua boca mordendo meu pescoço... sua língua explorando minha orelha. Não percebi quando soltando o laço de minha bermuda, sua mão entrou e puxou minha calcinha de lado. Não havíamos trocado quase nenhuma palavra... nossa presença bastava. Seus dedos exploravam meu corpo e logo seus dedos encontraram o encaixe perfeito... Soltei um gemidinho baixinho que parece ter feito com que ela desejasse terminar. Terminar aqui, não significa parar com tudo, mas sim fazer-me gozar. Foi por isso que senti que um dedo era introduzido em mim... suando, gemendo baixo, estava dominada. Ela, como que querendo se apresentar de verdade, baixou minha bermuda e calcinha... virou-me de frente e tirou minha blusa. Eu estava sem ação e justamente por isso, aceitei quando ela me deitou no sofá e ajeitando-se entre minhas pernas, ajoelhada, colocou a língua entre mim... boca quente, pensei, mas não era tudo o que faria em mim. Colocando a lingua mais fundo, senti como se um membro me invadisse... com movimentos vigorosos, senti que não demoraria a gozar. Ela também percebeu e não parou, até que entre gemidos e espasmos delicados, senti como que um fogo saindo de mim... Estávamos devidamente apresentadas uma ao corpo da outra."

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