sábado, 30 de agosto de 2008

A viajem


Depois que me mudei pra fortaleza, pra estudar, ficou um pouco difícil de voltar a minha cidade, no interior, por conta do tempo... É clínica de drogados(Estudante de psicologia :D), é faculdade, nunca pensei que um dia fosse dizer que não teria tempo nem pra me olhar um pouco no espelho, enfim me curtir de verdade... E ir pro interior é o que me deixa mais relaxada, ver minha família alguns dos meus amigos... Mas esse final de semana iria ser diferente, feriadão, fiquei bem mais animada... pensei logo : reservar uma passagem pra ir pra casa! E foi isso que aconteceu. Ao entrar no ônibus fiquei atenta na procura da minha cadeira, fiquei perplexa quando vi a minina que ia sentada do meu lado,Linda! Me lembrava muito a Carol Castro. Pedi-lhe lincença pra passar, pois minha cadeira era da janela, ela muito simpática logo me abriu um lindo sorriso e disse o famoso "pois não". A príncipio fiquei bastante nervosa pois não sabia como puxar um assunto, mas isso não foi problema pra ela. Perguntou logo onde eu ia ficar. Eu meia trêmula, respondi que estava indo para o iguatu, ela por sua vez, pegando na minha mão, disse que estava indo pra lá também... Nossa! Naquele instante eu senti que ela ia ser importante pra mim, pelo menos eu ia fazer de tudo pra que fóssemos próximas a partir dali.. Começamos a conversar bastante, falei sobre meus estudos, minha vida... Ela também, disse que estava morando a pouco em fortaleza que tinha passado uma barra em São Paulo, por isso decidiu morar fora até a poeira baixar. Eu sem querer ser indiscreta, perguntei o que ela estava indo fazer no interior, ela disse que ia apenas conhecer pois tinha ouvido muito falar e que adorava viajar, conhecer gente nova e resolveu conhecer a cidade que mais crescia no Centro-Sul do Ceará! Nessa hora fiquei sem ar... logo respondi que odiava aquela cidade, e esse foi um dos motivos pelos quais tinha me mudado, mas que naquele momento iguatu tava me dando algo de bom ... falei aquilo num impulso até fiquei com medo da reação dela, afinal acabamos de trocar algumas palavras, ela abriu um sorriso como quem dizia : " perfeito!" . Nossa conexão, química foi quase que instântanea... Ela me perguntou se eu podia ser a guia dela por lá... Obviu, respondi! Não poderia ser diferente... Até o meio do caminho fomos conversando sobre nossos estudos, trabalhos! Até que eu criei coragem e perguntei se ela tinha namorado, ela prontamente me falou que não, e se tivesse não seria namoradO, seria namoradA! Meu coração disparou, fiquei sem palavras, não sabia se ria ou ficava séria... Ela me pediu desculpas pela sinceridade pois era muito bem resolvida e não via problemas em falar sua orientação pra mim! Nesse momento eu sai do chão... Apenas fiquei olhando fundo nos olhos dela. Os olhos que me mostravam um enorme desejo, uma confusão de sentimentos, que naquele momento eu não sabia se eu estava vendo tudo aquilo que eu tava sentindo refletido nela, ou se ela também estava sentindo as mesmas coisas que eu! Um silêncio tomou conta de nós por alguns instantes, enquanto nos olhávamos. Foi sublime. A noite foi caindo, os passageiros todos dormindo e nós duas ali acordadas, uma sem saber o que dizer pra outra... Não aguentei por muito tempo e toquei o seu rosto afagando seus cabelos, ela fechou os olhos sentindo minha mão, logo, enconstou o seu nariz no meu, roçou um pouco, depois fez o mesmo com seus lábios nos meus, logo senti sua língua acariciando meus lábios...

Ali eu estava totalmente entregue, não pensava onde eu estava pra onde eu ia.. Só pensava, sentia o coração disparado como nunca havia sentido antes, com um simples beijo.
Logo nos abraçamos no silêncio do ônibus, da estrada... E o que antes eram duas cadeiras passou a ser somente uma. 420 km não seriam o suficiente pra tantos sentimentos até então desconhecidos...

Chegando na cidade ela me perguntou se eu não iria acompanha-la até o seu hotel.. Eu perguntei qual o hotel que ela iria se hospedar, falou que não sabia e queria que eu a indicasse um. Encatada como eu estava se ela me chamasse pra ir pro fim do mundo eu iria de olhos vedados.. Não acreditava naquilo que tava acontecendo, ficava com uma frase que minha mãe sempre dizia referente a estranhos : "Nunca saia de onde está com estranhos" . O mais interessante é que eu não a via como estranha, e era isso que me prendia. Não entendia o que ela causava em mim...

domingo, 24 de agosto de 2008

Visitando a faculdade

Na primeira vez que a vi, eu estava parada na rampa que dava acesso ao auditório da faculdade. Tinha ido ali convidada por um amigo que apresentaria, se não me engano, o trabalho de conclusão de curso. Ele estava empolgadíssimo com a apresentação. Acho que o tema era "A repressão feminina na obra de Machado de Assis". Não me lembro bem, afinal de contas do Machado de Assis, lembro-me apenas da Capitu. Ela estava lá, na fila da cantina. Vi quando pegou um lanche natural, um suco de caixinha e sentou-se sozinha na praça central do pátio. Reparei que alguns meninos a olhavam de longe. Um deles que, a princípio tive a impressão de conhecê-la, sentou-se ao seu lado, falou alguma coisa, mas ela, sem dar um único sorriso, balançou negativamente a cabeça e ele saiu com a cara amarrada. Seus amigos morriam de rir. É... eles não se conheciam.
Daquela distância, ela lembrava a cena de um filme... pele clara, cabelos caindo sobre os ombros... seu corpo era divino... pernas bem torneadas, coxas grossas, bumbum saliente. Os seios tentadores, mas sem ser muito volumosos. Algo me impelia a tentar o contato, mas já havia visto o fora que o menino havia tomado. Sempre fui corajosa, mas ali, um certo receio instalou-se em mim. Ainda extasiada pela beleza dela, resolvi que não tinha nada a perder. Quando resolvi que iria, meu amigo disse que sua apresentação começaria. Entramos e eu receosa de que ela desaparecesse para nunca mais vê-la, ainda olhei de relance, mas puxando-me pelo braço, meu amigo e eu sumimos dentro do auditório. Sentada, ali, minha cabeça não conseguia se concentrar. Machado, Bentinho, Morro do Livramento, século XIX, nada fazia com que eu a esquecesse. Será que demoraria muito pra acabar. Abaixei-me para pegar o celular quando, sem esperar, alguém tocou em meu ombro. Olhei, um pouco assustada e lá estava ela. Atônita, mirava seus olhos quando ouvi, pela terceira vez, acho, ela pedir-me para que pegasse a caneta que havia caído abaixo de meu banco. "Como?" perguntei. Ela repetiu e só aí dei-me conta de que era real. Ela estava no banco bem atrás de mim. Antes de virar-me, logo após ouvi-la agradecer, baixei os olhos rapidamente para suas pernas. Eram tão lindas quanto tinha visto de longe. Passei o restante da palestra imaginando seus movimentos atrás de mim. Ouvi quando ela riu da piada que meu amigo havia contado. Finalmente chegava ao fim a palestra. Pensei em sair rápido para passar pelo corredor junto com ela, mas ela não se levantou imediatamente. "Odeio lugares lotados", ela me disse... respondi afirmativamente. Perguntei se ela havia gostado da apresentação. Ela teceu um ou outro comentário, mas a última coisa que eu queria era ouvir sobre Literatura naquele momento. Esvasiando o corredor, ela levantou-se e despediu-se rapidamente. Dando dois passos, virou pra trás e perguntou se eu tinha compromisso, pois iria pegar um livro na biblioteca e queria ver a próxima apresentação, mas não estava disposta a fazer isso sozinha. Hesitei, mas acabei aceitando. Ela pediu que eu esperasse, mas que me sentasse mais ao fundo, pois a visão e a proximidade da caixa de som ajudariam bastante. Assim o fiz.

sábado, 23 de agosto de 2008

Meus olhos, famintos...


Após receber seu telefonema dizendo que não estava bem, preocupei-me. Tínhamos discutido por causa de ciúmes. Até aquela hora, mesmo não tendo ido trabalhar, não conseguia colocar as idéias em ordem. "Por que estava falando com aquela vaca" era a frase que mais tinha marcado minha noite. "Não percebeu que ela estava dando em cima de você" ela me dizia. Não sei... fiquei com raiva, pensei em terminar tudo, mas algo me prendia... lembrava-me dos versos de Vinícius.... "que seja eterno enquanto dure"...
Tudo sumiu de minha cabeça no momento em que o telefone de casa tocou. Ela tinha acabado de sair da faculdade. Dizia não ter forças para assistir às aulas e pediu que eu fosse buscá-la. Em poucos instantes estava lá, carro estacionado, "Soul Parsifal" no rádio...

"Ninguém vai me dizer o que sentir
Meu coração está desperto
É sereno nosso amor e santo este lugar
Dos tempos de tristeza tive o tanto que era bom
Eu tive o teu veneno
E o sopro leve do luar"

Legião me deixa melancólica, eu sei, mas era meu estado de espírito, mas não poderia deixar que ela me visse assim... lembrei-me... como era mesmo a canção que tocava quando trocamos o primeiro beijo? Lembrei-me... dizia assim:

"Eu estou pensando em você.
Pensando em nunca mais
Pensar em te esquecer
Pois quando penso em você
É quando não me sinto só
Com minhas letras e canções
Com o perfume das manhãs
Com a chuva dos verões
Com o desenho das maçãs
E com você me sinto bem"

Não, não podia deixar que aquilo tomasse grandes proporções... nem tive tempo de recobrar os sentidos, de ensaiar o que diria e já vi você vindo em direção ao carro... "você não sofre porque não sente o que eu sinto/ há um iceberg em você, que eu tenho de derreter/ que tipo de piscina terá debaixo desse tramplim/ que pulo que eu vou ter que dar, pra não me ferir/ por que acordar sem você é ficar cego no amanhecer..." tocava essa música quando você entrou no carro. Quase em uníssono, dissemos perdão uma a outra. Não podíamos deixar isso acontecer. Minha mão pousou sobre seu rosto e acariciando seu cabelo, indiquei que queria um beijo. Seu olhar, que a princípio me afastou, agora convidava-me para aquilo. Ali, bem no meio do estacionamento da faculdade, um beijo restaurou a ordem das coisas enquanto o Paulinho Moska cantava no rádio "meus olhos, famintos, não se cansam de te acariciar, procuram sempre um novo ângulo pra te admirar."

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Minha Primeira Vez


"Tudo começou quando eu tinha 19 anos, e já sentia algo diferente pelas mulheres, mas eu nem ligava. Eu tinha uma amiga de 18 anos, que se chama D. Ela tem mais ou menos 1,65m e uns 50kg. É loira, olhos castanhos e um corpo maravilhoso, principalmente as coxas, que são grossas e deliciosas. Nós duas sempre andávamos juntas e um dia a professora de Química marcou um trabalho de três pessoas. Resolvemos fazer eu, a D, e outra amiga na casa da D. Então, no dia combinado, eu cheguei na casa dela: ela estava linda de blusinha top e calça corsário azul. Abraçamos-nos e eu entrei. Nossa outra amiga ainda não tinha chegado, mas logo chegou e ficamos a tarde inteira fazendo o tal trabalho. Quando estávamos no fim, minha outra amiga falou que tinha aula de Informática naquela hora e teria que ir embora. Claro que a gente falou para ela não se preocupar porque o trabalho já tava quase acabando e que nós duas terminaríamos. Ela foi embora e eu e a D terminamos o trabalho.Ela então me chamou para tomarmos um suco. Era mais ou menos umas cinco da tarde e nós duas fomos tomar o suco. A mãe dela já estava para chegar. Foi então que ela começou a alisar meu cabelo e achei uma coisa normal, pois sempre fazíamos isso. Mas ela começou a me elogiar demais. Ela falou que eu era linda e que meus cabelos eram muito bonitos, e perguntou o que eu achava dela. Eu disse que ela também era muito linda. D então começou a me acariciar. Mesmo sentindo um tesão enorme e estranho, eu pedi para ela parar, dizendo que ela estava meio confusa (na verdade quem estava confusa era eu). Ela falou que sempre gostou de mim de jeito diferente e que me queria mais que tudo. Eu então perguntei se ela era lésbica e ela, com um sorriso magnífico, apenas balançou a cabeça afirmativamente. Eu, embaraçada e maravilhada, comecei a engasgar. Queria dizer alguma coisa, mas ela, tampando a minha boca com um dedo me disse que apesar de já ter beijado outras meninas, nunca teve certeza de sua opção até me encontrar. Ainda deu uma longa risada e disse que o meu jeito estava me entregando. Eu quis escapar da situação e falei que eu entendia ela, mas achava que ela estava equivocada e tal... Qual não foi meu espanto quando ela me atentou, pedindo um beijo. Eu então enrubesci na hora, ela se aproximou. Eu, na tentativa de escapar daquela tentação, falei que tinha que ir embora e que a mãe dela já devia estar chegando. Ela insistentemente falou que era só um beijo e se eu não gostasse ela nunca mais tocaria no assunto. Como eu já estava me entregando, aceitei, pois não podia mais lutar contra aquilo. Beijamos um beijo gostoso, por um longo tempo, no mínimo uns cinco minutos... Foi esplêndido, maravilhoso. Eu nunca tinha me sentido assim! Ao término do beijo, ela então me perguntou o que eu achei. Mesmo tentando, não consegui mentir. Ela apenas sorriu marotamente e disse que tinha certeza que eu iria gostar. Como eu estava esperando, a mãe dela chegou e ela rapidamente me convidou para eu ir no outro dia na sua casa. Apenas balancei a cabeça, dizendo que sim.No outro dia de manhã na escola, ela me falou que naquele dia lá pelas duas da tarde ela estaria me esperando. Óbvio que eu nem pensei duas vezes. Chegando lá, toquei a campainha: ela veio me atender, sorrindo e falando que eu estava deliciosa. Ela estava linda, com uma camisa justinha, cor de rosa e uma saia preta. Eu estava de top e de calça jeans. O nosso beijo foi imediato e eu me entreguei totalmente a ela. Ela ia me acariciando e eu ia delirando de tesão. Senti meu top sendo tirado e meus seios sendo acariciados por cima do sutiã. Ela me olhou e disse que meu seios eram deliciosos e durinhos. A essa hora eu já estava totalmente molhada e arrepiada de tesão. Ela tirou suavemente a minha calça e começou a lamber minhas pernas. Foi descendo devagarzinho e chegou aos meus pezinhos. Sempre muito carinhosa, ela tirou devagar meu sutiã e começou a lamber meus seios e mordendo levemente meus biquinhos. Pedi para tirar sua roupa. Comecei tirando sua camisa e seu sutiã, pois estava louca para ver seus seios, que eram maravilhosos e estavam totalmente durinhos e com os mamilos arrepiados. Meio desajeitada, comecei a lambê-los, mas logo peguei o jeito e dei sugadas que a levavam à loucura. ela então tirou minha calcinha e começou a admirar meu sexo com poucos pêlos bem aparadinhos, mas já molhadinha e com o meu clítoris entregue. Ela começou a passar delicadamente a língua, aumentando o ritmo, mordendo meu clítoris que estava muito vermelho e muito molhado de tesão. Foi maravilhoso: ela chupava deliciosamente, eu gritava loucamente e gozei como uma louca, até quase desmaiar de tesão.Ainda meia tonta, eu levantei e disse que agora era minha de chupá-la: tirei a calça dela e vi que ela estava sem calcinha. O sexo dela era lindo, peludinho e loiro, um tesão! Comecei a lambê-la e aos poucos fui pegando o jeito. Chupei-a com força, ela pulava de tesão. Minhas mordidas no seu sexo arrancavam gritinhos dela. Acariciando seus seios, D não demorou para gozar seu mel na minha boquinha sedenta. Engoli o suco com muito tesão. Descansamos um pouco e começamos um 69 delicioso, chupamos-nos muito e gozamos deliciosamente de novo. Aquela tarde ainda viu vários orgasmos nossos e a partir daquele dia eu me tornei lésbica. Hj Estamos Namorando, e a cada dia que passa tenho mais certeza que ela é a mulher da minha vida."

Conto: visita no meio da tarde


"O que aconteceu comigo foi algo surpreendente. Havia tempo que me correspondia com uma menina de outra cidade. Ela, menina cândida e sincera, insistente e conformada, vivia dizendo que a qualquer hora apareceria em casa. Ainda assim, não acreditei quando a campainha tocou. No portão, ela. Abrindo a porta, vi seu largo sorriso que, prontamente, foi correspondido. Ali, frente a frente, fiquei um pouco constrangida. Por mais que falasse as sacanagens mais excitantes pelo MSN, tê-la na minha frente foi como que um sonho. Sempre sonhava, mas não sabia o que fazer. Por isso, foi fundamental sua ação. Com um beijo no canto da boca, entramos na esperança de que ficaríamos sozinhas por toda a tarde. Só depois vim saber que ela já havia conversado com minha tia e que havia pedido inclusive para dormir em casa. Entrando, recebi um delicioso abraço por trás. Sem ação, deixei-me dominar. Como fera que submete sua presa, fiquei parada aceitando seu carinho. Suas mãos correndo por minha barriga, procuravam onde o carinho surtisse mais efeito... Logo sua mão alisava-me por cima da bermudinha. Ali, bolinada, deixei-me dominar, como já disse, ao ponto de me contorcer na ponta de seus dedos. Sua mão, alisando meu sexo. Sua boca mordendo meu pescoço... sua língua explorando minha orelha. Não percebi quando soltando o laço de minha bermuda, sua mão entrou e puxou minha calcinha de lado. Não havíamos trocado quase nenhuma palavra... nossa presença bastava. Seus dedos exploravam meu corpo e logo seus dedos encontraram o encaixe perfeito... Soltei um gemidinho baixinho que parece ter feito com que ela desejasse terminar. Terminar aqui, não significa parar com tudo, mas sim fazer-me gozar. Foi por isso que senti que um dedo era introduzido em mim... suando, gemendo baixo, estava dominada. Ela, como que querendo se apresentar de verdade, baixou minha bermuda e calcinha... virou-me de frente e tirou minha blusa. Eu estava sem ação e justamente por isso, aceitei quando ela me deitou no sofá e ajeitando-se entre minhas pernas, ajoelhada, colocou a língua entre mim... boca quente, pensei, mas não era tudo o que faria em mim. Colocando a lingua mais fundo, senti como se um membro me invadisse... com movimentos vigorosos, senti que não demoraria a gozar. Ela também percebeu e não parou, até que entre gemidos e espasmos delicados, senti como que um fogo saindo de mim... Estávamos devidamente apresentadas uma ao corpo da outra."

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Primeira postagem...

Primeira postagem é qualquer coisa de... como direi... nervosa. Isso porque o blog nasceu de uma idéia interessante: colocar num espaço digital as sensações que foram vividas ou esperam para ser.
Meu nome é Débora e, semelhantemente ao dito num texto do Jô Soares, vim ao mundo em minha cidade natal exatamente no dia em que nasci. Sou perita naquilo que faço de melhor e já visitei muitos lugares, exceto aqueles em que nunca estive. Senti todo tipo de prazer, menos aqueles que ainda viverei. Enfim, essa sou eu: anjo e diabo, calma e nervosa, paradoxo em pessoa.

P.s.: Esqueci-me de dizer. Desconfiada ao extremo, não me envolvo facilmente, mas não desgrudo depois dessa primeira barreira ser vencida.

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